quinta-feira, 20 de maio de 2010

Versos pequeninos

O mesmo nome
Lábios misteriosos
Dúvida nos olhos
A mesma rosa

O grande choro
De quem viveu
O pesar sofrido
De quem morreu

O mesmo amor
Que já senti.
Aqueles versos,
Achei em ti

A cor alva
Que faz amar
A velha história
De fazer chorar

Eu sei que versos fracos
Não merecem teu nome
Mas perdoe-me, sou apenas
Um amante sem renome.

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